O filme There Be Dragons que inclui a história de soldados revolucionários, um jornalista, seu pai, e um sacerdote da vida real, Josemaría Escrivá, Fundador da Opus Dei, o santo da vida cotidiana, está programado para ser lançado na primavera de 2011
O livro “Família em Contos: os Larletos”, de Ariovaldo Esteves Roggerio, apresenta 38 histórias curtas e divertidas, ambientadas no Bairro do Bixiga e Região central da Cidade de São Paulo.
Dirigidos a crianças, jovens e adultos, os contos narram as peripécias que entretecem o dia a dia da alegre e economicamente apertada Família Larleto (Lar + Leto = alegre em latim), onde o casal Júlio e Mariana vai educando a afetividade de seus 8 filhos, sendo o Zégas, de 13 anos, o mais espoleta deles. As histórias revelam o esforço de pais que sabem formar seus filhos, e oferecem respostas para um diálogo agradável e enriquecedor sobre temas de comportamento.
Lançado pela Cultor de Livros, em dezembro de 2009, tem capa colorida, 280 páginas, miolo com texto e ilustrações em preto e branco, formato 14 cm x 21 cm, e ilustrações em preto e branco.
O livro pode ser adquirido na livraria virtual do site da Editora Quadrante ou Livraria Cultura.
É um site dedicado à educação, cultura e entretenimento. Uma amostra. O conto "Chicletes"
Chicletes
Como o dinheiro lhe é sempre curto, e não dá para satisfazer nem uns poucos caprichos, o Zégas gruda os chicletes mastigados na parte debaixo da gaveta do seu criado-mudo. Tem ali um bom estoque de diferentes cores para desfrutá-los quando desejar.
Com quatro sabores recém selecionados, e em meio à mastigação do seu tuti-fruti, Janaína entra no quarto do irmão e se põe a reclamar com ele que não arrumou a bagunça deixada no quintal com o conserto do carrinho de rolimã, que não limpou a gaiola do papagaio, que não foi buscar verduras para as galinhas na feira de sábado, que isso, que aquilo, que bla, que blé, que bli, que bló, que blu.
Em meio ao discurso da irmã, o Zégas começa a inflar uma bola de chicletes de causar inveja a qualquer vendedor de bexigas de gás do Parque Ibirapuera. Enquanto a lista de reclamos vai crescendo, crescendo, tal como a bola de goma, a paciência do irmão vai diminuindo, diminuindo até que, cataplá, o pirralho encapuza a enorme bolha de goma na cabeça da irmã.
Ao não sentir mais os cabelos, Janaína põe-se a berrar como doida, a ponto de ser ouvida na rua, e dispara até a cozinha, onde estão os pais.
O Zégas aproveita e passa a chave na porta do quarto e fica por ali, certo de que Júlio e Mariana virão forçar a maçaneta para entrar e enchê-lo de sopapos. Esperou, esperou e nada.
Uma hora depois, o Zégas sai da toca para tomar água na cozinha. Ao passar pelo quarto das irmãs, de soslaio observa a mãe picotando mexas de cabelo da Janaína, fazendo-a parecer a um moleque de cabelos curtos.
(continua, clicar em Histórias que divertem e educam)
Amigos. Sobre a série de televisão HOUSE M.D., desejo compartilhar o artigo do Joel Pinheiro na Revista Dicta e Contradicta (de 18 de março de 2010).
Vale a pena conhecê-lo! Qual a sua opinião?
Não há atualmente melhor série televisiva do que House (salvo um possível concorrente: The Good Wife). Personagens marcantes e um mistério envolvente a cada episódio levam-me à tela toda quinta à noite. E me entretém ainda mais a profundidade filosófica da série ao expor com honestidade sua concepção do ser humano e da relação entre razão e sentimentos, concepção aliás muito comum, cujos atrativos e fraquezas ficam explícitos, pois não se foge das possíveis contradições e dos becos sem-saída existenciais aos quais suas premissas básicas naturalmente levam.
Como é comum em tantas séries, House entrelaça duas narrativas: uma de curto e outra de longo prazo. A de curto prazo consiste em House e sua equipe desvendarem e curarem uma doença misteriosa a cada episódio, numa fórmula que pouco varia a cada semana. Isso permite ao espectador não-assíduo acompanhar qualquer episódio, tendo, ao fim dele, uma boa idéia do que é a série. Já a narrativa de longo prazo desenrola-se ao longo de vários episódios e até de temporadas. Nela, acompanhamos as mudanças na equipe do hospital e no relacionamento de seus membros, com o foco nos altos e baixos pessoais de House, que ora parece se afundar ainda mais em seus vícios, ora parece tornar-se, passo a passo, uma pessoa melhor. O que faz dessa série algo muito superior à média é que a narrativa de longo prazo mina e questiona as verdades tidas como evidentes na narrativa de curto prazo. (leia mais, é só clicar no título acima)
Breve descrição do conteúdo, Mack, o personagem central, é casado com Nan e eles têm cinco filhos. Durante um passeio, a filha mais nova, Missy, é raptada e, depois de investigações, dada por morta, ainda que seu corpo jamais tenha sido encontrado. Esse evento precipita em Mack uma violenta crise que ele chama de A Grande Tristeza. Depois de algum tempo, recebe um bilhete convidando-o a voltar à cabana onde há vestígios de sangue de sua filha tinham sido achados. Relutante, resolve ir ao local onde tem um encontro com ninguém menos do que o Deus trino. O restante do livro narra os diálogos entre Mack e as três pessoas da Trindade, bem como a transformação interior desse homem. O final, relativamente previsível, relata o retorno de Mack à sua família e as mudanças experimentadas como resultado de seu encontro com Deus.
Pontos Positivos É uma leitura agradável e, em vários pontos, comovente. Qualquer pai pode sentir, vicariamente, a dor de Mack (o personagem central da narrativa). Embora ocasionalmente previsível, a narrativa flui bem e os diálogos são verossímeis, apesar da situação em que ocorrem ser fictícia. Fazer teologia em forma de diálogo é uma aventura, mas Mack lida com perguntas que professores de teologia têm que responder diariamente na sala de aula e em conversas informais em torno de uma pizza ou churrasqueira. Talvez por isso o livro agrada tantos (e desafia) tanto. O livro lida com uma questão universal, a do sofrimento inexplicado, e das reações emocionais e espirituais a ele. Na verdade, o livro tem o mérito de lutar para restabelecer o lugar adequado para Deus diante de situações inexplicadas e, para a maioria dos leitores, inexplicáveis (...)
Pontos Negativos. Revelação. A primeira crítica a ser feita ao livro é que, veladamente, o livro menospreza a Bíblia como revelação e a teologia como um engessamento das maneiras criativas em que Deus Se revela e Se relaciona com as pessoas.
Trindade - A maneira pouco convencional em que o autor representa Deus dá lugar a uma imprecisão teológica com respeito às relações entre as pessoas da Trindade e sobre as funções de cada um na obra da redenção.
Outro problema é a excessiva centralização do mundo na pessoa que sofre, como se a função maior de Deus fosse prover o consolo e a solução dos problemas causados pelo sofrimento (...)
Considerações Finais
Por que “A Cabana” está vendendo tão bem? Talvez porque a maioria dos cristãos atuais queira comida pré-processada e pasteurizada, e não queira se dar ao trabalho de (ou talvez simplesmente não saibam como) colher nas Escrituras e preparar, pelo estudo pessoal e a comparação com o pensamento cristão histórico, sua própria alimentação. Ou, para mudar a metáfora para algo mais semelhante ao livro, queiram apenas colocar um band-aid na ferida, ao invés de lidar com a infecção (...) Ainda estamos nos estágios iniciais de “A Cabana” no mundo de fala portuguesa. É preciso que os que se importam com a verdadeira saúde espiritual da Igreja corram o risco de contestar (na maior parte) e concordar (em alguns momentos) com William Paul Young e sua cabana. Ela está sendo vendida como um abrigo para a alma, mas está mais para “barraco” teológico (...)
Para os fãs de Guimarães de Rosa, apresento-lhes um artigo muito interessante sobre esse grande escritor.
Vale a pena ler bem devagar...
Por Francisco Faus
Através da palavra, Guimarães Rosa interna-se na contemplação de um mundo em que nada é igual. Uma sensação de riqueza cósmica se experimenta perante cada um dos seus livros. Quer o mundo quer a vida resistem à apreensão e à classificação. Nada pode cristalizar-se em moldes que aprisionem porque, para além das aparências, continua a abrir-se um poço sem fundo.
O POETA DO NOME NOVO
Encabeçando as sete novelas que constituem Corpo de Baile, de João Guimarães Rosa, vão-se escalonando sete citações de Plotino e do místico flamengo Ruysbroeck, o Admirável, como degraus de acesso a essas surpreendentes narrações. “Vede – exclama Ruysbroeck, citando o Apocalipse –, eis a pedra brilhante dada ao contemplativo; ela traz um nome novo, que ninguém conhece, a não ser aquele que a recebe”.
Quer-me parecer que é sobretudo essa última frase a que nos inicia no clima que envolve boa parte da obra narrativa de Guimarães Rosa. Este escritor, que desde o seu aparecimento nunca deixou de assombrar a crítica pela força enigmática de um estilo inédito, é sobretudo o poeta do nome novo, o cantor do irrepetível. Desde um primeiro contato, o fenômeno de linguagem é o que primeiramente surpreende. Muito se tem comentado, entre leitores de fala portuguesa, já a partir de Sagarana, a sua primeira obra, sobre a magia desse estilo que, a cada passo, renova a língua de que se serve.
Amigos. Desejo compartilhar com vocês esse texto do publicitário Silvio L. Medeiros publicado, em 29/08/2007, no site www.veritatis.com.br. Vale a pena conhecê-lo.
Os avós de um amigo meu se divorciaram. Na hora foi difícil acreditar. Como isso soa estranho, não é o tipo de notícia que se ouve todos os dias. De certa forma existe ainda em nossas mentes algo que não consegue aceitar que avós podem se separar. A entidade “avós” resiste no imaginário como uma união inseparável e inquebrantável. Avós divorciados e geladeiras vermelhas, algumas coisas simplesmente não combinam.
Mas pais que se divorciaram, amigos que se divorciaram, parentes que se divorciaram, isso sim soa plausível. Não causa espanto algum. Aliás, ninguém mais escreve sobre isso, já é um assunto old fashion. Parece que o nível de tolerância e compreensão para fracassos matrimoniais é muito mais alto para as gerações atuais.
É verdade que nunca se viu uma crise tão grande no casamento como se vê nos últimos anos. Há mais separações do que casamentos anualmente no Brasil; 30% dos casais se separam antes de um ano de casamento; 50% dos que se separam não duraram três anos. A média final de duração dos casamentos é de 11 anos. E então vemos uma realidade tão repleta de casos assim que a coisa toda se torna banal, normal, um deja vú coletivo.
Mas o fato é que a experiência da separação não tem nada de trivial. Separações são verdadeiras mutilações afetivas/emocionais e morais, das piores pela qual uma pessoa pode passar. Ela carrega consigo uma carga pesada de baixa-estima, de rejeição, um profundo pesar e sensação de fracasso, além de outros efeitos depressivos que poderá acarretar num esvaziamento completo do próprio sentido da vida. Quando existem filhos envolvidos, por mais que os filmes e as novelas tentem maquear, vemos um drama ainda maior: vítimas alheias e inocentes que terão para sempre afetados a construção de seus modelos afetivos, traçados naturalmente na observação ocular de seus pais.
Roma, 08 Jun. 10 / 04:35 pm (ACI).- O cantor italiano Andrea Bocelli, 52 anos, contou a história da gravidez de sua mãe, durante a qual os médicos sugeriram que ela abortasse porque ele podia nascer com uma deficiência . Em um novo vídeo, ele elogia a sua mãe por ter feito a escolha "certa", dizendo que outras mães devem ter o incentivo desta história.
Em um vídeo no site YouTube intitulado "Andrea Bocelli conta uma "historinha" sobre o aborto", o cantor se senta diante de um piano e conta ao público uma história sobre uma jovem esposa grávida internada por "um ataque de apendicite simples."
"Os médicos tiveram de aplicar gelo em seu estômago e quando terminaram os tratamentos os médicos sugeriram que ela abortasse a criança. Eles disseram que era a melhor solução, porque o bebê nasceria com alguma deficiência.
"Mas a jovem mulher corajosa decidiu não abortar, e a criança nasceu," ele continuou.
"Essa mulher era minha mãe, e eu era a criança. Talvez eu tenha parte no assunto, mas posso dizer que aquela foi a escolha certa".
Ele disse esperar que a história pode incentivar muitas mães em "situações difíceis", que querem salvar a vida de seus bebês.
Bocelli possui glaucoma congênito e perdeu a visão completamente aos 12 anos de idade, após ser atingido na cabeça durante um jogo de futebol.
O vídeo foi produzido pela www.IamWholeLife.com, uma iniciativa do grupo Human Rights, Education and Relief Organization (Direitos Humanos, Educação e Organização de Auxílio) ou HERO por suas siglas em inglês). A HERO é um parceiro do ator pró-vida Eduardo Verástegui.
(vídeo em italiano com legendas em português) Dim lights
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Joaquín Navarro-Valls (Cartagena, Espanha, 16 de novembro de 1936) foi porta-voz do Vaticano durante mais de vinte anos no pontificado de João Paulo II. Com formação em medicina psiquiátrica e jornalismo, é membro numerário do Opus Dei, dedicou-se ao jornalismo e foi nessas funções que entrou no Vaticano, a pedido de João Paulo II, que queria melhorar os meios de comunicação da Santa Sé. Por 22 anos foi porta-voz do Papa João Paulo II e por 15 meses de Bento XVI. Um recorde absoluto em 20 séculos de cristianismo. Homem inteligente e cativante, tem o Vaticano e o mundo na cabeça. Agora voltou à medicina e à escritura, suas paixões.
Confira a entrevista concedida a Núria Navarro (El Periódico). Ela aborda interessantes temas referentes ao pontificado de João Paulo II e de Bento XVI. O texto em espanhol pode ser lido em