Conseqüências médicas do comportamento homossexual
Sáb, 10 de Dezembro de 2011 16:21

A política sobrepondo a ciência, diz Rick Fitzgibbons

fonte: ZP03092320 - 23-09-2003
http://www.zenit.org/article-1667?l=portuguese

(alguns artigos do Dr. Fitzgibbons em http://www.mercatornet.com/articles/multiple_author/Rick_Fitzgibbons)

WEST CONSHOHOCKEN, Pennsylvania, 23 de setembro de 2003 (ZENIT.org).- Entre a pressão para as uniões do mesmo sexo no Canadá e a recente mudança da lei sodomia no Texas, um aspecto do importante assunto é às vezes desconsiderado: as conseqüências médicas do comportamento homossexual.

Para iluminar a pesquisa médica e científica da atração entre pessoas do mesmo sexo e o comportamento homossexual, Zenit entrevistou Dr. Rick Fitzgibbons. Fitzgibbons é o principal contribuinte para o discurso do Catholic Medical Associations no “Homossexuality and Hope” (homossexualidade e Esperança).

O senhor poderia explicar por que homossexualidade não é normal do ponto de vista médico?
Fitzgibbons: Homossexualidade foi diagnosticada e tratada como uma doença psiquiátrica --comportamento anormal-- até 1973, quando foi removida do Manual Estatístico de Diagnóstico em psiquiatria por causa da pressão política.Numerosos conflitos fazem do comportamento homossexual anormal, incluindo promiscuidade, inabilidade de manter compromissos, distúrbios psiquiátricos e deficiência médica com curto prazo de vida. As práticas sexuais de homossexuais envolvem sérios riscos à saúde e sérias doenças. Especificamente, sodomia como um comportamento sexual é associada com significativos problemas e tratamentos vitais de saúde. Comportamentos sexuais não saudáveis ocorrem entre ambos, heterossexuais e homossexuais. Embora a medicina e a ciência social indiquem que o comportamento homossexual é geralmente não saudável. Homens que tenham relações sexuais com outros homens levam a um maior risco para saúde do que homens tendo relações com mulheres, não somente por causa da promiscuidade mas também por causa da natureza do sexo entre eles.


--A homossexualidade é especificamente associada a problemas psicológicos? Um homossexual com estilo de vida ativo pode levar a conseqüências psicológicas adversas?
Fitzgibbons: Dois estudos extensivos que aparecem no conteúdo de outubro 2000 do American Medical Association’s Archives of General Psychiatry confirmam uma forte ligação entre relacionamento sexual homossexual e suicídio, assim como relacionamento entre homossexualidade e problemas emocionais e mentais. Um dos estudos no jornal, por David M. Ferguson e sua equipe, descobriu que “gays, lésbicas e pessoas jovens bissexuais estão em alto risco de distúrbios psiquiátricos e comportamentos suicidas. Os jovens que sofrem esses distúrbios foram quatro vezes o número dos da mesma idade que sofrem de maior depressão, quase três vezes o número dos que sofrem de ansiedade generalizada, quase quatro vezes o número dos que experimentam desordem de conduta, cinco vezes os que têm dependência de nicotina, seis vezes os que sofrem de desordens múltiplas, e mais de seis vezes os que têm tendências suicidas. Um extensivo estudo na Holanda desmentem que homofobia é a causa do crescimento de doenças psiquiátricas entre gays e lésbicas. A Holanda foi consideravelmente mais favorável às relações de pessoas do mesmo sexo que outros países do Ocidente --na verdade, casais do mesmo sexo agora têm o direito legal de se casar na Holanda. Então, na Holanda, um alto índice de desordens psiquiátricas associadas com comportamento homossexual significa que doença psiquiátrica não pode ser atribuída à rejeição e homofobia. O estudo holandês, publicado nos Arquivos do General Psychiatry, encontrou um alto índice de doenças psiquiátricas associadas com comportamentos sexuais entre pessoas do mesmo sexo. Comparado com grupos controle de quem não teve experiência homossexual nos 12 meses prévios à entrevista, homens que tiveram algum contato homossexual nesse período de tempo foram muito mais propícios a experimentar maior depressão, desordem bipolar, pânico, agorafobia e comportamento obsessivo compulsivo. Mulheres com algum contato homossexual nos 12 meses prévios foram diagnosticadas com mais freqüência com maior depressão, fobia social ou dependência alcoólica. Na verdade, aqueles com uma história de contato homossexual tiveram maior prevalência de quase todas as desordens psiquiátricas medidas no estudo. Também, um recente estudo no American Journal of Public Health mostrou que 39% dos homens com atração por pessoas do mesmo sexo foram abusados por outros homens com o mesmo tipo de atração.

--Quais são as doenças médicas associadas com a homossexualidade?
--Fitzgibbons: A lista de doenças médicas encontradas com extraordinária freqüência entre homens homossexuais praticantes como um resultado de comportamento homossexual anormal é alarmante: câncer anal, chlamydia, trachomatis, cryptosporidium, giardia lamblia, herpes, HIV, vírus papiloma humano --HPV ou ferida genital-- isospora belli, microsporidia, gonorréia, hepatite viral tipos B e C, e sífilis. A transmissão sexual de algumas dessas desordens é tão rara na população heterossexual chegando a ser virtualmente desconhecida. Outras, quando encontradas entre heterossexuais e homossexuais praticantes, são claramente predominantes por aqueles envolvidos em atividade homossexual. Homens que têm relação sexual com homens contam com um grande número de casos, nos EUA, de infecções sexuais transmitidas que não são geralmente espalhadas por contato sexual. Essas doenças, com conseqüências que vão de severas até tratamentos vitais para meras enfermidades, inclusive hepatite A, giardia Lamblia, entamoeba histolytica, Vírus Epstein-Barra, neisseria meningitides, shigellosis, salmonellosis, pediculosis, scabies e campylobacter.

--Muitos grupos profissionais médicos pararam de classificar homossexualidade como comportamento anormal, e organizações pró-homossexuais ativamente promovem isto somente como outra opção que é perfeitamente normal. De um ponto de vista médico, isto é responsável?
Fitzgibbons: A maioria dos grupos médicos agarra a questão homossexual e advoga este estilo de vida, mesmo com todos os estudos científicos e evidências médicas que demonstram riscos médicos e psicológicos. Parece que a agenda politicamente correta do assunto homossexual está brincando com a ciência. Os médicos têm a responsabilidade de informar seus pacientes dos perigos do estilo de vida homossexual. Em seus estudos “The Health Risks of Gay Sex”, meu colega Dr. John R. Diggs Jr. escreveu, “Como médico, é meu dever julgar comportamentos para seu impacto na saúde e bem-estar. Quando alguma coisa é benéfica, tal como exercício, boa nutrição ou sono adequado, é meu dever recomendar isso. Então, quando alguma coisa é maléfica, tal como fumar, comer demais, abuso de álcool ou droga, é meu dever desencorajar isto…” “Há diferenças entre homens e mulheres nas conseqüências da atividade bissexual. Mas o mais importante, as conseqüências da atividade homossexual são distintas das conseqüências das atividades heterossexuais. Como médico, é meu dever informar aos pacientes dos riscos do sexo gay, e desencorajá-los deste perigoso comportamento.” Atração por pessoas do mesmo sexo é a manifestação de sérios conflitos emocionais que podem ser prevenidos e tratados. Distúrbio de Identidade de Gênero em crianças regularmente leva à atração por pessoas do mesmo sexo na adolescência, e agora existe também um movimento para tirar isto do Manual de Diagnóstico e Estatística. A mídiia ou as maiores organizações de saúde não comunicam nenhum dos problemas médicos e psiquiátricos associados com homossexualidade. Programas escolares não apresentam esta informação, então as crianças são encorajadas e ensinadas que o estilo de vida homossexual é uma saudável alternativa como casamento. Estes jovens não estão sendo informados sobre os perigos deste estilo de vida. Julgo que as escolas, e os psicólogos que atuam em escolas, deveriam ser legalmente responsabilizados. Porque não estão provendo informação adequada quando promovem o estilo de vida homossexual. Também os pediatras sabem: crianças criadas sem um pai são propensas a sérios problemas psicológicos, e educar uma criança sem uma mãe também a predispõe a sérios distúrbios emocionais e mentais.

--Legalizar um comportamento anormal pareceria dissuadir as pessoas de procurar a ajuda que elas precisam para solucionar tais problemas. Isto seria um julgamento justo?
--Fitzgibbons: Eu acho que é um julgamento muito justo. Existem tentativas de prevenir as pessoas de procurar ajuda para atração por pessoas do mesmo sexo. Há definitivamente um movimento para parar os profissionais da saúde mental de prover tratamento. O relatório de Spitzer dos Arquivos do Comportamento Sexual, que será publicado em outubro, entrevistou ex-homossexuais que estiveram fora do estilo de vida por cinco anos, e descobriu que 64% dos homens e 43% das mulheres consideravam-se heterossexuais depois de receberem tratamento. Dr. Spitzer da Columbia University liderou os trabalhos do American Psychiatric Association em 1973 que removeu homossexualidade de nosso manual de diagnóstico. Em vários estudos, quando pessoas com atração pelo mesmo sexo foram tratadas, um terço dos pacientes melhora, um terço tem resultados mistos, e um terço não melhora. Em minha experiência clínica, quando o componente espiritual se faz presente, no tratamento, o índice de recuperação é bem maior.

--O que o senhor acha que seria o impacto a longo prazo da legalização de união entre pessoas do mesmo sexo? Como isso afetaria gerações futuras?
--Fitzgibbons: Casamento entre um homem e uma mulher é baseado em compromisso e é uma expressão da moralidade judaico-cristã. Uniões entre pessoas do mesmo sexo são baseadas na atitude neo-pagã.
Um estudo recente de um jornal voltado para homens descobriu que em uniões entre pessoas do mesmo sexo há unidade por uma média de dois anos, e regularmente haveria relação sexual com outros fora do relacionamento. Neste estudo de Amsterdã, 86% das novas infecções de HIV ocorreram em homens que se consideravam em uniões de pessoas do mesmo sexo. Uniões de pessoas do mesmo sexo causam trauma emocional e dor para os indivíduos, e fere a cultura. Igualar uniões de pessoas do mesmo sexo com o casamento é uma crença falsa, isto é ilusão.

--E sobre as adoções por casais homossexuais? Como isso afetaria as crianças envolvidas?
--Fitzgibbons: A Congregação para a Doutrina da Fé fez um documento sobre homossexualidade que destinou às adoções por casais homossexuais. A declaração fez-se clara que intencionalmente privar uma criança de um pai ou mãe é violentá-la. O documento da Congregação e o Catecismo da Igreja Católica na sessão de homossexualidade são baseados na ciência médica. Também, criar crianças em um ambiente com pais do mesmo sexo vai contra os valores da comum herança da humanidade. A falta de um pai em casa leva à tristeza, raiva, dificuldades em confiar e distúrbios de conflitos. A ausência de uma mãe é pior. A mãe é a base fundamental da segurança de sentimento nos relacionamentos; privar uma criança de uma mãe fere a habilidade da criança de confiar e ter fé no mundo, que pode levar à ansiedade e outras desordens relacionadas. As crianças não deveriam ser sujeitadas a esta cruel depravação, como esta que trás sérias feridas. Até a Bélgica, que aprova a união entre pessoas do mesmo sexo, não permite que estes casais adotem crianças. Nem todos adultos necessariamente têm inerente direito de ter um filho. Mas toda criança tem um direito a uma mãe e um pai.

--Quais são as estratégias psicológicas no assunto da homossexualidade?
Fitzgibbons: O assunto da homossexualidade visa dessensibilizar as pessoas para homossexualidade via mídia e “semanas de diversidades” em muitas escolas --inclusive faculdades católicas e colegiais. Descreve aqueles que se opõem ao comportamento homossexual e uniões homossexuais como estando com problemas, em violação da lei e precisando de ajuda, como aqueles que têm discriminações radicais. Também tenta dizer que a homossexualidade é determinada geneticamente desconsiderando estudos de pesquisas que falharam ao fundamentar esta teoria. E é claro, o principal objetivo é converter as pessoas para o assunto homossexual.

--O que os católicos podem fazer para proteger o sacramento do matrimônio?
--Fitzgibbons: Os Católicos podem orar mais pela proteção do casamento e das famílias e podem aprender a verdade sobre a homossexualidade pesquisando informações nas páginas web: The International Association of Catholic Medical Associations em www.fiamc.org; o Catholic Medical Association em www.cathmed.org; e o National Association for the Treatment and Research of Homossexuality em www.narth.com. Eles podem comunicar a verdade da Igreja sobre sexualidade em suas famílias, sua paróquia e nas escolas de seus filhos. Eles podem também fundamentar a proposta de casamento que consta na Constituição dos EUA. E eles podem pedir aos padres que ofereçam orações para os matrimônios como parte dos pedidos diários na Missa.

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Relacionado com o tema do homossexualismo, recomendo a aula do Padre Paulo Ricardo sobre a "PL122  A Lei da mordaça Gay" em: http://padrepauloricardo.org/

Um trecho selecionado por mim (duração: 5 min) dessa aula pode ser obtido em:

http://dv.fosjc.unesp.br/ivan/downloads/Variedades_de_livre_acesso*Movimento_Gay_e_Psicologos.mp3